"Palavras. Não há maneira de as esquecer. Não te deixam estar verdadeiramente sozinha. Praga de bichos. Deveria abrir as janelas de par em par para que as palavras saiam para a rua, os lamentos, as velhas conversas tristes presas entre as paredes do apartamento desabitado."
“Arte pertence a todos e a ninguém. Arte pertence a um tempo e a tempo nenhum. Arte pertence aos que a criam e aos que a apreciam. (...) Arte é o sussu…
Em 2019, li 30 livros, muitos emprestados ou requisitados na biblioteca. Sem nenhuma ordem em particular, ficam aqui os meus favoritos: Teoria Geral do…
Em 2019 escrevi duas newsletters, apesar de ter começado a escrever várias e pensado em muitas mais. Não sei se irei escrever mais este ano, mas sei qu…
"É verdade que os seres humanos são fundamentalmente cruéis? É a experiência da crueldade a única coisa que partilhamos como espécie? A dignidade de no…
2018 foi o ano em que comecei cheia de dúvidas, que acabaram por se tornar numa série de certezas (que trouxeram novas dúvidas) tendo acabado de uma fo…
Todos os meses são bons para reflexões e para listas. Ainda assim, as listas parecem fazer mais sentido em certos meses, como Setembro e Dezembro. Em 2…
"A única coisa que em mim não muda é o meu passado: a memória do meu passado humano. O passado costuma ser estável, belo ou terrível, e lá ficará para …
See all